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Fibrilação atrial

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O que seria fibrilação atrial? Fibrilação atrial é uma arritmia cardíaca na qual o estímulo elétrico do coração é originado nos átrios e não no nó sinusal (marcapasso que origina o estímulo cardíaco normalmente). Essa arritmia é caracterizada por batimentos acelerados e irregularidade do ritmo cardíaco devido a sua complexa desorganização na atividade elétrica.

A prevalência varia de 0,5 a 1%, aumentando proporcionalmente com a idade, chegando a 3 a 5% entre 60 a 65 anos e 10% em pacientes com a faixa etária dos 80 anos. No Brasil acredita-se que a prevalência seja de 1,5 milhões de pacientes.

Com relação aos fatores de risco que aumentam a chance do paciente desenvolver essa arritmia, podemos citar a idade avançada, diabetes, hipertensão e valvopatias. Não podemos esquecer do uso abusivo do álcool e da Síndrome da Apneia do Sono que também estão relacionados com o seu surgimento.

Clinicamente, essa arritmia pode ser percebida pelo paciente como palpitações, taquicardia e pulsação irregular. Esses sintomas podem se apresentar de curta duração, de forma paroxística ou até mesmo de uma forma frequente e ate mesmo permanente.

Um dos grandes problemas relacionados a essa arritmia é sua relação com Acidente Vascular Cerebral (AVC), sendo a complicação mais temida. Isso se deve a formação de trombos no átrio, principalmente no apêndice atrial esquerdo, devido esses batimentos irregulares, causando estase sanguínea nessa cavidade. Esses trombos podem se desprender e causar o AVC.

O tratamento consiste basicamente em uso de medicações antiarrítmicas para o controle da arritmia e medicações anticoagulantes para grupos de pacientes que apresentam fatores de risco aumentado de desenvolver um AVC.

Na presença de sintomas de arritmia, procure um cardiologista.

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